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Presidência finlandesa focada numa Europa sustentável

Neste segundo semestre de 2019, a presidência do Conselho da União Europeia estará a cargo da Finlândia,

Neste segundo semestre de 2019, a presidência do Conselho da União Europeia estará a cargo da Finlândia, cujo programa enaltece o processo de tornar a União mais competitiva e socialmente inclusiva e o papel de liderança na ação climática global, num período em que dever-se-á concretizar a saída do Reino Unido, prevista para Outubro e em que deverão ser integradas as novas prioridades da Agenda Estratégia 2019-2024.

Ancorada na ideia de que a Europa só pode exercer influência global se for forte e eficaz,  a presidência finlandesa aposta numa abordagem do bem-estar como força motriz do crescimento económico, trabalhando para que o Conselho de Outubro possa validá-la. “Reconhecer o bem-estar das pessoas como uma prioridade clara e de longo prazo na UE aumentará a legitimidade da UE aos olhos dos seus cidadãos”, sublinha o programa finlandês

Dado que o Semestre Europeu monitoriza a estabilidade orçamental dos Estados-Membros, será fundamental identificar as políticas e instrumentos que promovam o bem-estar das pessoas para alcançar crescimento económico e estabilidade sustentáveis.  

Para reforçar a liderança europeia na ação climática, a Finlândia visa concluir – o mais tardar até ao final de 2019 - o trabalho de definição dos principais elementos da estratégia climática da UE a longo prazo para 2050, bem como assegurar que os programas do Quadro Financeiro Plurianual (2021-2027) ajudem a alcançar os objetivos climáticos.

Daí que o financiamento sustentável surja como um catalisador da União Económica, e par ao qual será muito importante a implementação de um sistema de classificação comum para investimentos ambientalmente sustentáveis. Critérios harmonizados ajudarão o investimento responsável, porque no futuro os investidores receberão melhores informações sobre a sustentabilidade de diferentes investimentos e terão melhores condições de compará-los. Durante o mês de Junho, o grupo de trabalho técnico publicou três relatórios essenciais para a discussão nos próximos meses –  sobre a taxonomia,  green bonds standard,  e benchmarks para o clima com foco no alinhamento às metas de Paris e Agenda 2030.

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